Um arquivo montado com respostas de ex-funcionários a perguntas fechadas. Só é publicado quando três pessoas diferentes responderam sobre o mesmo ano.
Ravena é uma empresa fictícia. Montamos a página dela com números de exemplo: o que ex-funcionários responderam, ano a ano e por área, sempre com o denominador ao lado.
O que você encontra
Cada quadrado é uma célula: uma área, num ano. O número é quantas pessoas responderam ali. Você clica e a página responde só com elas.
A célula tracejada foi coletada com consentimento, como todas as outras.
Sem índice, sem soma entre perguntas e sem nota. Cada pergunta aparece com a contagem e o denominador do seu próprio ano, e a variação em pontos entre um e outro. Quem saiu em 2024 e quem saiu em 2026 são grupos diferentes de pessoas.
Ano com menos de três respostas não entra na comparação e não é estimado.
“Em cada ano, quantas pessoas da sua área você viu mudarem de cargo ou nível para cima, com comunicado ao time?”
respostas em “Nenhuma”
Em números
Respostas completas na mesma célula. Com uma ou duas, ela existe no banco e não aparece, nem arredondada, nem somada ao ano vizinho.
Ninguém responde o catálogo inteiro, que tem 117. Cada pessoa passa pela triagem e responde a fatia da área dela, e só ela.
Quase tudo é múltipla escolha, e nenhuma pergunta aceita nome de pessoa. O dia a dia da área, escrito por quem escolhe “Outra”, nunca é publicado.
Como funciona
Perguntar a quem ainda está lá é perguntar com o emprego em jogo, e a resposta sobe. É ali que o viés entra, não em quem já saiu. Quem respondeu aqui passou anos na empresa e saiu há pouco: viu o começo, o meio e o fim, e pode dizer o que aconteceu em cada um.
Você informa o seu LinkedIn e responde. Depois alguém abre o seu perfil e confere, no olho, e é essa conferência que libera o seu relato para os números. Ela existe por um motivo só: sem conferir ninguém, uma empresa mandaria vinte funcionários elogiarem a si mesma.
Você diz quando entrou e quando saiu, e escolhe sobre qual desses anos quer falar. As perguntas passam a citar o ano escolhido, e a resposta trava ali. Quem ficou cinco anos pode voltar e falar de outro, um de cada vez.
Abaixo disso fica no banco e não aparece. Quando a contagem de um recorte for exibida, ela sai como X de N, e quem marcou “não sei” conta dentro do N. Hoje a página de empresa ainda não mostra esse número: diz só que o recorte passou do piso.
Transparência e anonimato
Ninguém neste mercado explica isso em detalhe, e é justamente o detalhe que faz a pessoa responder. Então está tudo aqui, no nome exato do que acontece.
Você já saiu de uma empresa? Então o relato que falta aqui é o seu. No aceite você recebe um código de exclusão: guarde-o, porque depois é ele, e só ele, que alcança a sua resposta.
Não pagamos por resposta, e é de propósito: pagar por resposta muda quem responde. O que você ganha é o acervo existir quando você for avaliar a próxima proposta.
Responder sobre uma empresaPerguntas que sempre chegam
As mesmas dúvidas voltam toda semana, e quase todas são sobre o que acontece com a sua resposta depois que você envia.
Só quem já saiu da empresa. Quem ainda trabalha lá é encerrado na segunda pergunta e não entra em contagem nenhuma. Leva de 2 a 3 minutos e não pede CPF, documento nem e-mail.
Não por dinheiro. Um número só sai do ar por ordem judicial ou diante de notificação fundada de conteúdo ilícito. Fora disso, a empresa tem direito de resposta sem pagar nada: contestação de método vira revisão de método, contestação de resultado vira nota ao lado do resultado.
Não, e é de propósito. Pagar por resposta muda quem responde, e um acervo que paga atrai quem quer o pagamento, não quem quer contar como era.
Enquanto você não enviar, dá para sair e nada fica publicável. Depois de enviar, o caminho é o código de exclusão que você recebe no aceite: com ele a resposta é apagada do banco de verdade, em cascata. Sem ele, não, porque o vínculo direto entre você e a resposta é apagado no envio e a resposta fica pseudonimizada. O código é a sua chave; guarde-o.
Com certeza, não sabemos. Abrimos o perfil e conferimos à mão, e só o relato conferido entra nos números. É por isso que nada é publicado abaixo de três respostas e nada é publicado sem denominador: uma resposta isolada não sustenta afirmação nenhuma, e a página nunca apresenta uma.
A Sylision (Sylision Intelligence) publica um acervo gratuito sobre como as empresas funcionam por dentro, feito só com respostas de ex-funcionários com vínculo conferido e divulgado apenas de forma agregada, com no mínimo três pessoas por recorte. Ninguém paga para ler, ninguém é pago para responder, e a empresa avaliada não altera nenhum número.
Piso de publicação: 3 respostas completas por célula. Célula = empresa × país × área × ano.