SylisionIntelligence

Termos de uso do Acervo

O que é publicado, o que nunca é, de quem é o relato e como apagar o seu. Em português, e sem parágrafo que exista só para não ser lido.

Versão 10 de setembro de 2026 Piso de publicação 3 respostas Célula empresa × país × área × ano

Em cinco linhas

Ler é livre, sem conta e sem cadastro. Todo número é somado e só aparece a partir de 3 respostas na mesma empresa, país, área e ano.

Responde quem já saiu, por convite, e nada é gravado antes do aceite. A pessoa escolhe sobre qual ano quer falar.

Você é conferido uma vez, e a sua resposta fica pseudonimizada, e não anônima. Pedimos o seu LinkedIn para checar que você existe e trabalhou lá. Sem isso, uma empresa poderia mandar vinte funcionários elogiarem a si mesma. Feita a conferência, a ligação entre você e a sua resposta é apagada, e nem nós, com a nossa chave e o seu link, chegamos à sua resposta. Fica só, à parte, o registro de que você respondeu sobre aquela empresa e ano. Nenhuma pergunta aceita nome de pessoa, o bloco de percepção nunca é publicado, e ao concluir o código que abriu o formulário sai da resposta.

Empresa não compra número. Ela compra o direito de escrever ao lado dele, num painel marcado, e de ser conferida no ano seguinte.

Você pode apagar o seu relato com o código de exclusão que recebe no fim.

1Quem somos

A Sylision Intelligence é operada pela Sylision, CNPJ 65.133.102/0001-20. Contato: giovani.poleto@sylision.com. Encarregado pela Proteção de Dados (art. 41 da LGPD): Giovani Poleto da Silva.

Estes Termos valem para o Acervo: as páginas públicas de empresa, o formulário de resposta e o painel que empresas contratam. O contrato do serviço de recrutamento, que é outro produto, está em /termos-plataforma e não se aplica aqui.

2Ler não custa e não pede cadastro

As páginas de empresa são públicas. Não há conta, login, muro de e-mail nem limite de leitura. Você não precisa responder nada para ler.

Os números publicados são sempre agregados. Nenhuma página mostra uma resposta individual, e não existe caminho no produto que revele quem respondeu o quê.

3Você responde na hora, e o aceite vem antes de tudo

Só responde quem já saiu da empresa sobre a qual fala. Não há fila e não há espera: você abre o link, informa o seu LinkedIn e responde.

A conferência vem depois. Uma pessoa abre o seu perfil público e olha se a empresa que você declarou aparece na sua experiência. É feita a olho, sem raspagem e sem robô. Enquanto ela não acontece, a sua resposta fica gravada e não entra nos números publicados.

Nada é gravado antes do aceite. A tela mostra o termo, e enquanto você não aceita não existe linha nenhuma no banco com o que você digitou. Isso não é promessa de processo: a rota recusa a gravação sem o aceite.

Você escolhe o ano

Depois de informar quando entrou e quando saiu, você escolhe sobre qual daqueles anos quer falar, e as perguntas passam a citar esse ano. Se ficou cinco anos, pode voltar depois e falar de outro. Uma resposta por ano.

Cada pessoa responde um bloco, não o formulário inteiro: entre dois e três minutos. Qual bloco você recebe depende do que está faltando naquela célula no momento em que você abre o link.

4O que perguntamos, e o que nunca perguntamos

As perguntas são fechadas e sobre arranjo observável: houve corte, havia ritual de time com data marcada, o plano de saúde cobria psicólogo, quantos níveis de chefia havia. Coisas que quem estava lá viu acontecer.

Fora de escopo, por decisão

  • Como você se sentiu. O acervo registra o que a empresa oferecia em saúde mental (cobertura, treinamento, política, canal) e não pergunta, não coleta e não infere burnout, sofrimento, ansiedade ou diagnóstico de quem responde.
  • Assédio, inteiro. Não é assunto para formulário fechado e agregado.
  • Nome de pessoa, em campo nenhum. Nem gestor, nem colega, nem você.
  • Documento: nenhum CPF, nenhuma data de nascimento, nenhum RG, nunca.

5Como uma resposta vira número publicado

Um número só aparece quando pelo menos 3 pessoas responderam aquela mesma pergunta no mesmo recorte. Esse recorte é a célula: empresa × país × área × ano, e para dez perguntas que só fazem sentido comparadas dentro do mesmo nível, o nível entra na célula também.

Com uma ou duas respostas, o dado existe no banco e não aparece: nem arredondado, nem somado ao ano vizinho, nem somado à área vizinha.

A contagem de um recorte que passou do piso sai com denominador visível, na forma “X de N em posição de saber”, e nunca na forma “nenhum relato menciona Y”. Quem não soube e quem recusou aparecem separados de quem não foi perguntado. Hoje a página de empresa ainda não mostra esse número: ela diz só quais perguntas passaram do piso.

Custo declarado

Em área muito pequena, 3 respostas ainda podem tornar alguém reconhecível para quem conhece o time. Está escrito aqui em vez de escondido.

6O que é coletado e nunca publicado

Duas coisas entram no banco e não saem em recorte nenhum:

  • O bloco de percepção (carga, clareza, gestor direto, respeito ao expediente, recomendação). Uma área costuma ter um gestor só, e uma média de três respostas sobre ele é uma nota sobre alguém que dá para reconhecer. O bloco inteiro é leitura interna.
  • O nome do cliente onde a pessoa ficava alocada, quando ela era terceirizada. O nome expõe uma relação comercial entre duas empresas, que costuma estar sob contrato e não pertence a quem respondeu. Serve de filtro interno e nunca aparece.

Isso não depende de configuração: as perguntas carregam a marca no catálogo, e o motor de agregação recusa publicá-las por qualquer caminho.

7De quem é o relato

O relato pertence a quem empregava a pessoa. Sem exceção.

Quem era contratado por uma consultoria alimenta o dossiê da consultoria, mesmo tendo passado o contrato inteiro dentro de um cliente. São experiências diferentes de fato: quem é terceiro responde à gestão da consultoria, usa as ferramentas dela e tem outra faixa salarial. Somar as duas descreveria uma empresa que não existe.

8O vínculo é destruído quando você conclui

Enquanto a resposta está em andamento, o código do convite fica gravado nela, e é isso que permite fechar a aba e voltar de onde parou. Ao concluir, ele é apagado. O endereço do perfil sai do convite antes, assim que você começa a responder, e passa a ficar só numa tabela separada, que existe até a conferência.

O limite, declarado

Até a conferência, essa tabela separada guarda o seu link ao lado da sua resposta. Na decisão, aprovada ou negada, a linha dela é apagada, e a resposta fica só com uma marca sorteada, que não vem do perfil. Depois disso, nem nós, com as nossas chaves e o seu link, conseguimos achar a sua resposta. O que fica, à parte, é o registro de que o seu LinkedIn respondeu sobre aquela empresa e ano, guardado como código calculado com uma chave própria. Se você for a única pessoa que respondeu sobre aquela empresa e ano, esse registro basta para deduzir qual resposta é a sua. E as cópias de segurança do banco (as nossas, semanais, cifradas e guardadas por até 35 dias, e as do provedor, pelo prazo dele) ainda têm a ligação se foram feitas antes da conferência. As anteriores a 11/10/2026 têm a ligação de todas as respostas dadas até então, inclusive as já conferidas; a última delas, de 06/10/2026, fica até cerca de 10/11/2026. Por isso ela é pseudonimizada, e não anônima.

Sobre correlação por horário: a resposta guarda só a data em que foi criada e atualizada, sem hora, como a data em que o convite foi respondido. Não mandamos mais aviso por resposta: até 11/10/2026 cada envio gerava um e-mail para nós, com a hora, a empresa e a área, e esses e-mails continuam na nossa caixa de entrada; o registro deles no banco foi apagado. Desde então o aviso é um resumo por dia, em contagem, sem a área de ninguém. A hora exata do envio fica na tabela da conferência, que sai na decisão, e no registro de acesso do servidor que hospeda o site, guardado por ele por um prazo que não controlamos. Com poucos relatos por dia, a data ainda estreita a busca, e isso está dito aqui.

9Apagar o seu relato

Ao concluir, você recebe um código de exclusão. É com ele que você pede a remoção, e no nosso banco ele não fica escrito, só um código calculado a partir dele. Depois da conferência, a sua resposta não guarda nada que leve a você; o que fica, à parte, é o registro de que o seu LinkedIn respondeu sobre aquela empresa e ano, para a mesma pessoa não responder duas vezes.

Para responder de novo, o prazo é a conferência: antes dela, mande o código e o mesmo LinkedIn, e saem as suas respostas daquela empresa e ano e o registro de participação. Depois dela nada liga mais o código ao seu LinkedIn: o código apaga a resposta e o registro fica.

Com o código, a exclusão é um DELETE de verdade, e não uma marcação de “excluído” que continua na tabela. Se o número já tiver sido publicado dentro de um agregado, ele é recalculado sem você, e se a célula cair abaixo do piso ela sai do ar.

Perder o código

É o código que o pedido de remoção usa. Guarde-o.

10Para empresas: o painel, e o que ele nunca compra

Uma empresa não pede para entrar no acervo e não pede para sair. O que ela decide é se fica calada ao lado dos números ou se escreve o que fez, o que vai fazer, e aceita ser conferida no ano seguinte.

O painel pago é esse espaço de escrita. Ele aparece marcado como escrito pela empresa e não revisado por nós. Cada compromisso escrito fica amarrado a uma pergunta que já existia no formulário antes da frase. A empresa escolhe o que promete, e não escolhe como será medido.

O que o dinheiro não compra, em nenhuma hipótese

  • Remover, alterar ou arredondar um número.
  • Posição em busca ou em lista.
  • Exceção ao piso de publicação.
  • Ver o resultado antes de ele ser publicado.
  • Escolher qual pergunta confere o compromisso dela.
  • Saber quem respondeu, ou qualquer coisa que ajude a descobrir.

11Direito de resposta, que não se paga

Qualquer empresa pode contestar um número e ter a contestação publicada ao lado dele, inclusive quem nunca contratou painel. Contestação de método vira revisão de método; contestação de resultado vira nota junto ao resultado.

Para contestar, escreva para giovani.poleto@sylision.com dizendo qual número, em qual página, e o que está errado.

12O que o acervo não afirma

O acervo publica o que ex-funcionários relataram, agregado e com denominador. Ele não afirma que a empresa é boa ou ruim, não emite nota, não faz ranking e não recomenda nem desaconselha ninguém a trabalhar em lugar nenhum.

Os relatos descrevem um ano específico, dito por quem estava lá naquele ano. Uma empresa muda. Um número de 2023 descreve 2023.

Decisão de carreira é sua. O acervo serve para você ter mais informação antes dela, e não para tomá-la no seu lugar.

13Uso do conteúdo publicado

Você pode ler, citar e compartilhar os números publicados, inclusive em matéria jornalística e em trabalho acadêmico, desde que cite a fonte e o denominador junto. Citar “14 de 71” como “14” inverte o sentido do dado.

Os dados públicos da Sylision (fatos das empresas, salários de referência e benefícios divulgados) podem ser lidos, citados e reutilizados por buscadores e assistentes de IA, com atribuição: Fonte: Sylision.

A proibição vale só para o acervo bruto e para dados pessoais: não é permitido extrair as respostas individuais do acervo, republicar o acervo inteiro como se fosse seu, nem usar o conteúdo para montar perfil de pessoa identificada.

14Alterações nestes termos

Quando estes termos mudarem, a data no topo muda junto e a versão anterior fica arquivada. Mudança que afete o que já foi coletado (o que é publicado, o piso, o que nunca sai) não retroage sobre relatos existentes sem aviso claro na página.

15Legislação e foro

Aplica-se a legislação brasileira, em especial a Lei nº 13.709/2018 (LGPD) e o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014). Fica eleito o foro da comarca de São Paulo, Estado de São Paulo.

Sylision · CNPJ 65.133.102/0001-20 · giovani.poleto@sylision.com

Encarregado pela Proteção de Dados: Giovani Poleto da Silva · Versão de 10 de setembro de 2026

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